Rádio Zero é um projecto que sugere algumas pistas de reflexão sobre os "media".
Além de incluir memórias pessoais e "links" a "sites" que tratam temáticas semelhantes.
O Fórum era um programa da RDP-4 (canal que depois se passou a designar Rádio Comercial FM) que era transmitido, diariamente, das 21 às 24 horas. Numa das emissões , do segundo semestre de 1979, José Mário Branco, que tinha feito programas de rádio quando era jovem, foi convidado a ocupar 2 horas de emissão com quisesse.
José Mário Branco aceitou o convite e, por sua vez, convidou o crítico de música José Gabriel Trindade Santos para o acompanhar na emissão. Foi nessa noite que o músico apresentou, aos ouvintes, algumas composições previamente gravadas num estúdio do Quelhas da RDP, que mais tarde, já com outras "roupagens", fizeram parte do seu duplo álbum "Ser Solidário" editado em 1982.
Aqui fica a 1ª hora (22-23) do Programa, apresentada por José Mário Branco.
E aqui pode ouvir-se um fragmento da última hora desse Fórum de 1979 onde o músico mostra publicamente, pela primeira vez, Vá Vá e parte de FMI.
Também pode ouvir a entrevista concedida pelo músico, a Mário Dias da TSF, quando foi publicado, em 2004, o álbum Resistir é Vencer. ainda está no site da TSF
Para mais dados e músicas de José Mário Branco siga esta ligação.
O Café Concerto foi um programa rádio, emitido em FM, na Rádio Comercial, na 1ª metade da década de 80, do século XX.
Iniciou-se a 4 de Fevereiro de 1980, e começou por ser transmitido entre as 21 e as 24 horas, diariamente, excepto ao domingo. Passou depois para o horário 22h-24h, de segunda a sexta-feira.
Na equipa inicial estavam Maria José Mauperrin, Aníbal Cabrita, Humberto Boto (saíu passados alguns meses) e Manuela Gomes. Algum tempo depois do arranque, juntaram-se ao grupo Manuel Cintra Ferreira, Vítor Consciência Martins e Inês Moreira.
A realização e apresentação era de Maria José Mauperrin, que chefiava a equipa, e de Aníbal Cabrita. Nos últimos últimos meses de existência do Café, Rui Morisson acompanhou Maria José Mauperrin, depois da saída de Aníbal Cabrita.
Ao longo da sua existência o Café Concerto contou com um leque variado de colaboradores, como por exemplo, António Manuel Baptista, Carlos Amaral Dias, Sílvia Chicó, Maria Estela Guedes, Fernando Dacosta, Tito Lívio, Trindade Santos, Miguel Esteves Cardoso, José Duarte, Rui Neves e outros.
No passado sábado, dia 20 de Novembro de 2010, O programa da Antena 1, NO AR POR TODA A PARTE, da autoria de Jaime Fernandes, recordou o Café Concerto, da antiga Rádio Comercial, convindando dois dos elementos da equipa.
Cláudia Almeida conduziu a conversa com Maria José Mauperrin e Aníbal Cabrita, as duas principais vozes do Café.
O Contraponto era um programa de rádio da Antena 1, transmitido de 1976 a 1978, de segunda a sábado entre as 21h e as 24h. Tinha realização de José Manuel Nunes que chefiava uma equipa constituida por Ana Maria, Manuela Gomes, Teresa Silva, João Coelho, Cipriano Correia, João Manuel Alves, Mário Figueiredo (substituído em 1977 por Aníbal Cabrita) e Carlos Carvalho (também saíu em 1977).
A apresentação na que na 1ª fase era de Mário Figueiredo, passou em 1977 a ser de Aníbal Cabrita e João Manuel Alves.
Em maio de 1977 foi apresentada um série de programas sobre os órgãos de soberania.
Um deles focou a história do Conselho da Revolução. É esse , descoberto numa velha cassete, que pode ouvir aqui.
Manuel Cintra Ferreira, o mais antigo programador da Cinemateca Portuguesa, morreu domingo, 7 de Novembro, aos 68 anos, em Lisboa. Nascido em Lagos em 1942, era um dos mais consagrados críticos de cinema em Portugal.
Para além da Cinemateca Portuguesa, Manuel Cintra Ferreira, integrava o grupo de críticos do semanário “Expresso”, para onde tinha regressado depois de ter feito parte da equipa que lançou o jornal PÚBLICO, em 1990. Além disso, colaborou com Manuel Fonseca na programação de cinema da SIC.
Durante muitos anos, também, trabalhou na rádio. Começou, ainda, nos tempos da Emissora Nacional e fez parte dos quadros da Antena1 e da Rádio Comercial.
Manuel Cintra Ferreira, bom apreciador de petiscos, era um cinéfilo com uma memória excepcional e sua limitação auditiva, não o impedia de “saborear” uma boa banda sonora.
Consideravam-no uma “enciclopédia viva do cinema”. John Ford era a sua grande referência e o filme “A Desaparecida (The Searchers)” o seu preferido, como fica patente nas palavras, do seu amigo e também crítico de cinema Jorge Leitão Ramos, recolhidas pela jornalista Cláudia Arsénio da TSF.
Foi um dos elementos da equipa do Café Concerto (FM da Comercial) e um dos autores do programa Genérico (onda média da Rádio Comercial).
Recorda-se aqui uma das emissões do Genérico, de 8 de Fevereiro, de 1986. Programa dedicado ao cinema, que era emitido aos sábados entre as 20h e 20h30m.
Para saber um pouco mais sobre a personalidade de Manuel Cintra Ferreira aqui fica este "link".
Alberto Pimenta, nos primeiros meses de 1980 - suponho que tenha sido em Fevereiro - foi convidado do programa Café Concerto, da Rádio Comercial, para contar a sua experiencia de 1977, no Jardim Zoológico, quando esteve numa jaula, em exposição, durante algumas horas.
No referido Jardim conversou em 1980, com Aníbal Cabrita e Jorge Falorca, sobre esse acontecimento e outros. A conversa foi apresentada entre as 23h e as 24h numa das primeiras emissões do Café Concerto, programa que tinha começado a ser emitido em 4 de Fevereiro de 1980.
Aqui fica a última hora desse programa, numa gravação, já com 30 anos, que descobri numa velha cassete.
O som não será o melhor mas...
Da wikipédia:
"Alberto Pimenta (Porto, 26 de Dezembro de 1937) é um escritor, poeta e ensaísta português.
Destaca-se entre os autores europeus contemporâneos pelo carácter crítico e irreverente da sua obra, bem como pela diversidade dos géneros abordados: poesia, ficção, teatro, linguística, crítica, e até mesmo happenings e performances.
Pimenta foi Leitor de Português em Heidelberg, contratado pelo governo português a partir de 1960. Devido à sua oposição ao regime fascista português e à política colonialista em África, foi demitido em 1963. Porém, não voltou ao seu país nesse momento, pois foi contratado pela Universidade de Heidelberg. Aí permaneceu até voltar a Portugal em 1977, poucos anos depois da Revolução dos Cravos.
Em 1977, publicou o livro de poesia Ascensão de dez gostos à boca, que sintetiza a combinação, típica desse autor, da experimentação formal com o inconformismo social e político. Nesse mesmo ano, realizou um histórico happening no Jardim Zoológico de Lisboa: trancou-se numa jaula (que ficava ao lado de uma outra onde estavam dois macacos) com uma tabuleta indicando "Homo sapiens". O acontecimento foi registrado no livro homónimo. Também em 1977, lançou o seu livro mais traduzido, "Discurso sobre o filho-da-puta", obra inclassificável que se avizinha do ensaio.
Entre as suas obras teóricas, destacam-se O silêncio dos poetas (1978), lançado originalmente na Itália, e A magia que tira os pecados do mundo (1995). O primeiro livro corresponde a um estudo sobre a poesia concreta (ou concretismo) e visual, principalmente a brasileira e a de língua alemã. O segundo, a uma obra de base teórica anti-platónica dividida em vinte e duas partes, cada uma delas correspondendo a um dos arcanos maiores do tarot. Mitos, arquétipos, literatura, (Dante, Camões, Shakespeare, Fernando Pessoa, António Boto, Emilio Villa, Murilo Mendes, Haroldo de Campos) e artistas plásticos (Oskar Kokoschka, Yves Klein, Pablo Picasso) estão entre os objetos desse livro invulgar.
A partir da década de noventa, a sua obra passou a referir-se mais directamente aos fenómenos ligados à globalização. Ainda há muito para fazer (1998), por exemplo, é um poema longo que parodia os discursos publicitários e da internet, e trata dos efeitos sociais da Guerra de Kosovo e da União Europeia.
Em 2005, lançou Marthiya de Abdel Hamid segundo Alberto Pimenta, livro de poemas a respeito da invasão do Iraque pelos Estados Unidos da América.
O caráter insurrecto e experimental da sua obra ainda tornam Alberto Pimenta um autor controverso no meio académico português. Actualmente é professor convidado na Universidade Nova de Lisboa.
Nos últimos anos os seus livros têm sido publicados quase todos pela &etc, de Vitor Silva Tavares, com quem tem uma grande amizade."
Heterofonias era um programa de Aníbal Cabrita, transmitido na XFM aos domingos, entre as 19 e as 20 horas.
Nesta emissão de 13 de Julho de 1997, desfilaram nomes como Urban Sax, Meira Asher, Rabi Abu Kalil, Ensemble Weshm, Mahamud Fadl, Abdel Aziz El Mubarak, Klesmatics,Istambul Oriental Ensemble liderado por Buran Öçal, Okay Temiz e Aka Gündüz com o Oriental Wind ...
Hora de Ponta era um programa do antigo programa 4 da RDP, canal que em 1979 se passou a denominar Rádio Comercial FM.
Hora de Ponta tinha realização de Jorge Lopes. O programa era transmitido, diariamente, entre as 18 e as 19 horas.
Durante alguns meses de 1978, Jorge Lopes convidou alguns profissionais a ocuparem a emissão de sexta-feira, com programas de perfil experimental.
Aceitaram o convite, entre outros, nomes como Humberto Boto, Jorge Falorca, Aníbal Cabrita,Vítor Pombal e Paulo Fernando.
Aqui se disponibiliza um desses programas. A realização e apresentação é de Aníbal Cabrita . Nessa emissão teve como convidados Jorge Falorca e o cantor Vitorino.
Programa da Antena1. Nesta edição de 14 de Agosto de 2010 o convidado foi o jornalista Adelino Gomes.
O programa tem autoria e apresentação de Jaime Fernandes.
A entrevista a Adelino Gomes foi conduzida por Cláudia Almeida.
No ar por toda a parte, a história da rádio portuguesa faz-se na Antena 1, aos sábados, às 9h00 (com repetição no Domingo às 02h07). Produção: Cláudia Almeida Com: Cristina Condinho, David Dias, Nunes Forte e Ana Paula Ferreira.
António Sérgio, a grande figura de referência dos programas musicais da rádio desde os anos 70 até 2009, morreu vítima de problemas cardíacos na madrugada de 31 de Outubro para 1 de Novembro de 2009. Tinha 59 anos.
Uma vida dedicada à Rádio e à divulgação de música. António Sérgio iniciou a sua carreira, na RENASCENÇA, no final dos anos 60. Nos anos 80 esteve na COMERCIAL. Depois, de 1993 até 1997 foi um dos nomes da XFM. Voltou ao grupo COMERCIAL (Comercial e Best Rock FM) onde se manteve até 2007. Mudou-se para a RADAR onde terminou a sua carreira.
Rotação, Rolls Rock, Som da Frente, Lança-Chamas, Grande Delta , a Hora do Lobo e Viriato 25 foram alguns dos programas que realizou e apresentou.
Com o seu trabalho, muita pesquisa e paixão, ajudou várias gerações a descobrir os novos sons da pop e do rock. Companheiros de ofício chamavam-lhe "mestre". E era comparado frequentemente com o lendário radialista britânico John Peel.
Morreu o Homem que conseguiu resistir, mais tempo, com os seus "programas de autor", à formatação radiofónica da ditadura das playlists.
Aqui ficam algumas das suas ideias sobre rádio e música, numa entrevista de 8 de Junho de 2000 no Programa RPL de Lux, da Rádio Paris Lisboa (actualmente Rádio Europa),conduzida por Paulo Lázaro.
É um artista plástico que tem desenvolvido nos últimos anos uma série de projectos que fundem arte, tecnologia e ciência, da qual se destacam os “Robots Pintores”.
É autor de vários livros e de inúmeras exposições e conferências em muitos países.
Em 1995 na Bienal de Cascais, juntou em Portugal cientistas como Renè Thom ou Humberto Maturama e historiadores de arte como Harald Szeeman ou Benjamim Buchloh, entre outras personalidades relevantes, num debate em torno do conceito de utopia.
Nessa bienal foi também apresentada a Internet, num momento em que este meio de circulação de informação era ainda pouco conhecido por cá.
Pouco antes dessa Bienal sobre a utopia concedeu uma entrevista ao Café Virtual da XFM.
São alguns extractos dessa conversa de 1995 que pode ouvir aqui
É uma proposta de reflexão sobre os grandes Media nestes tempos de globalização.
Uma carta aberta, dirigida por Manuel Vazquez Montalbán a Bill Clinton, publicada no Le Nouvel Observateur (Janeiro de 1998) e também no El País (30-03-1998) . Lida, posteriormente, em Lisboa, pelo escritor, na Fundação Gulbenkian.
"Senhor presidente, quando se assume a ética e a estética da democracia, o Estado, quer dizer, o Grande Inquisidor, tem que ser avaliado democraticamente. Na aldeia global, o Grande Inquisidor garante a ordem nacional, meteorológica, internacional, europeia, social, interpessoal, sexual, gastronómica, ecológica sempre a partir do consenso, por mínimo que seja e, na sua imperfeição, com a ajuda dos Boinas Azuis. Todo procedimento é bom para a imposição do referente privilegiado e de uma ordem que o senhor nos vende como indispensável para nossa sobrevivência e necessidades.
O instrumento fundamental para a imposição consensual do Grande Inquisidor leva-o ao Grande Irmão desenhado por Orwell e, perdoe, senhor presidente, que eu recorra a imaginários literários sabendo que ao senhor só interessa o footing e essa insuportável dança chamada Macarena. Por isso, se o senhor não sabe, o Grande Irmão é o poder comunicacional que através da concentração e uniformidade está em condições de impor o consenso impedindo a existência de mensagens alternativas. Actualmente, toda mensagem alternativa parece desestabilizadora, culpada, grosseira a partir da perspectiva do mercado totalitário onde os mais variados suportes estão ocupados com o mesmo conteúdo. Abramos o que abramos sempre aparece um comunicador da CNN ou seu clone, produzidos pela engenharia genética do politicamente correcto. A CNN representa o espírito e a intenção do Grande Irmão que Orwell imaginou em condições antidemocráticas, porém plenamente desenvolvido no monopólio democrático que o senhor dirige como o Grande Inquisidor do Império do Bem. À direita do trono, a CNN com sua informação pasteurizada, oferecendo uma decoração potemkiniana do mundo, essa fachada global de Grande Hotel de cinco estrelas que esconde os novos condenados da Terra, para tranquilidade do cliente do hotel, o Grande Consumidor.
Eu acuso a CNN de ser o aferidor da verdade única do Grande Inquisidor. Eu a acuso de ser o Grande Irmão que viria do Este que, porém, chegou do Oeste a serviço do referente de um improvável sujeito histórico de mudança global: o Grande Consumidor, o terceiro membro da Santíssima Trindade, possivelmente o Espírito Santo de todos os Grandes Armazéns deste mundo. A CNN apoia-se num código linguístico de hotel cinco estrelas, sem cafeína, sem álcool, sem fumadores, com preservativo na língua, com um sistema único de sinais…"
“O projecto nasceu no fim de 1995. O nome foi extraído de uma passagem trágica do filme "Down by Law" de Jim Jarmush, por sugestão de Antoine Pimentel. O grupo de Coimbra era formado por Antoine Pimentel (Bateria), Filipa (Violino), João Baptista (Baixo), JP Simões (Voz), Luis Pedro (Piano, Bandolim, Acordeon), Marco (Saxofone), Pedro Renato (Guitarras), Raquel Ralha (Voz) e Sérgio Costa (Guitarra e Flauta Transversal) Começaram por conquistar a opinião da crítica com o seu espectáculo no Festival de Paredes de Coura e depois assinaram uma série de preenchidos concertos antes dos trabalhos de finalização do seu primeiro disco que esteve para ser lançado pela Lux Records. "Fossanova" foi editado pela Nortesul. Esse primeiro álbum foi alvo de uma reedição onde se acrescentou um segundo CD que além de versões de “Telephone Call From Istanbul” de Tom Waits e “Goldfinger” de John Barry ainda incluía remisturas a cargo do próprio grupo, dos Arkham Hi-Fi e de Alex FX. Foi também lançada a edição em vinil de "Fossanova" (edição limitada em vinil duplo, individualmente numerada de 001 a 500) com um grafismo completamente diferente do CD (com uma capa idealizada na mesma altura da original) e algumas diferenças no alinhamento (ex: inclui uma versão de "Goldfinger" cantada por Raquel Ralha). Um memorável concerto na recta final de 1999 que teve lugar na Aula Magna em Lisboa completou o ciclo de apresentações do seu primeiro disco. No início de 2000, JP Simões e companhia entraram em estúdio para gravar o álbum "La Toilette des Etoiles", registado nos Estúdios de Paço de Arcos da Valentim de Carvalho, com produção de Joe Gore, um músico e produtor que trabalhou com nomes como Tom Waits ou PJ Harvey. Além disso, Joe Gore coordena e produz os trabalhos da Oranj Symphonette, um grupo que lançou há um par de anos um disco com versões de temas de cinema. Foi aliás esse disco e o seu som o motivo principal para que os Belle Chase Hotel lhe tivessem dirigido o convite para se deslocar até Portugal. O segundo disco apresentava algumas mudanças em relação ao disco de estreia. Além do francês, presente no tema título, e do português de "São Paulo 451", o grupo voltou a investir no inglês e numa série de instrumentais, como o fabuloso "Evil Rock” onde se evoca o espírito de "Pulp Fiction" e onde JP Simões “toca” um saxofone recém-comprado. Depois, canções como "Merry Go-Wrong", "The Perfume of the Stars", "Nimarói" ou "Not Searching for the Real Thing" exploram um imaginário onde a Broadway, o cabaret, o songwriting clássico e um sentido lírico muito próprio se cruzam em interessantes e imaginativos jogos.” É assim que se descreve, na Wikipédia, os primeiros anos dos Belle Chase Hotel. Aqui recorda-se parte da entrevista concedida, em 2000, porJP Simões a Aníbal Cabrita no Programa Zona Reservada da TSF quando o álbum “La Toilette des étoiles” foi editado.
A rádio perfeita?!
Imagine uma rádio feita à medida dos seus gostos musicais... seria espectacular ou um pesadelo. Afinal quem é que decide aquilo que você gosta de ouvir?!
( 08:48 28 de Abril 04 )
Autor: José Pedro Gomes
Voz : José Pedro Gomes
Sonorização : Herlander Rui
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Lanois é também um criador com identidade muito própria. Lançou
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